quarta-feira, 30 de março de 2011

Hoje vim postar mais alguns vídeos de músicas que curto. É bem mais fácil postar vídeo que ficar criando coisa pra escrever, né? heuheuhe! E eu tô numa fase tão musical... ; )
No momento estou ouvindo (Sir) Elton John, então separei minhas músicas favoritas dele. Não gosto de todas não, às vezes acho ele meio repetitivo e monótono... Mas essas acho ótimas, e o Elton é um artista adorável, uma lenda, né? *_*
Então aí vai, na minha ordem de preferência:

Goodbye Yellow Brick Road - nesse vídeo, tem a participação de Billy Joel (tenho o dvd desse show \o\)




Sacrifice




Can You Feel the Love Tonight (do Rei Leão)




Circle of Life (Rei Leão também)




Candle in the Wind




I Guess That's Why They Call It The Blues









terça-feira, 29 de março de 2011

Hoje estou muito ansiosa e distraída para escrever alguma coisa significativa, então vim inaugurar uma sessão (de muitas, espero): Músicas que não consigo parar de ouvir!  

Para estrear, vou colocar a que estou ouvindo nesse momento (e confesso, já ouvi umas 10 vezes só hoje; tenho mania de escutar as músicas que gosto à exaustão), a lindinha Mu Lan Qing, interpretada por Stephanie Sung. É tema do filme chinês Hua Mulan, que conta a história da famosa mulher general (todo mundo conhece pelo filme Mulan, da Disney, né? É apenas um genérico da história original, mas adoro!). 
Ainda não assisti Hua Mulan, mas verei em breve, se meu namorado lindo e maravilhoso baixar pra mim! heuheue
Aí vai:



Quem sabe mais uma? Vamos lá...
Uma das minhas músicas preferidas, desde mil novecentos e bolotinhas: Kiseki no Umi, da fofíssima Maaya Sakamoto, ao vivo!
Essa música é o tema de abertura dos OVAs de Record of Lodoss War (anime); vou colocar também o opening logo abaixo, pra quem quiser conferir. Enjoy!




terça-feira, 22 de março de 2011

"Há tempos venho abrindo blogs e largando-os imediatamente (...), mas acho que dessa vez será diferente. Já estou amando meu bebê! XD"

AHAN, Cláudia, senta lá! ¬¬"
Criei o blog e só voltei pra postar mais de 6 meses depois... Que bonito! Bela mãe eu sou, hein? : P
Já dá pra sacar boa parte da minha personalidade a partir desse pequeno grande lapso. Procrastinação é meu maior defeito. \o\

Maaasss, pretendo me redimir comigo mesma e com o conselho tutelar passando a cuidar regularmente (ou não) do meu bebê, então vou inaugurar essa bagacinha falando do que me levou a escolher o nome deste pequeno blog.

Comasim, Wanessa?

Happy Times é um filme chinês, lançado em 2001, originalmente chamado Xingfu Shiguang.
É o tipo de filme que podemos chamar "alternativo", dado que os filmes asiáticos quase nunca ficam pops por aqui, e esse é realmente meio desconhecido e bem diferente. 

A história é sobre Zhao, um homem de meia idade aposentado (entenda-se desempregado) e falido que se apaixona por uma viúva interesseira e mau caráter, e para impressioná-la, finge ser dono de um bem sucedido hotel. 
Depois de muita confusão para tentar arranjar o dinheiro que a gorducha exige para o casamento (fazendo de um velho ônibus um hotel ambulante), a megera o abandona, largando também com ele a filha de seu ex marido, Wu Ying, uma garota cega e maltratada.
Incapaz de contar a verdade à moça, que acredita ter ganhado um emprego no suposto hotel de Zhao, ele e seus amigos fazem de tudo pra sustentar a farsa, simulando um hotel, o serviço e os clientes da garota, em cenas muito engraçadas. 
Apesar do humor, o filme é bastante melancólico, retratando o abandono de Wu Ying, as dificuldades vividas por Zhao, e o angustiante esforço de sua turma para fazer a garota cega feliz.

Eu adoro esse filme! É interessante, engraçado, bonito, profundo... Minha primeira recomendação neste blog! \o\ 


Como eu não sou lá a pessoa mais equilibrada do mundo, e vivo oscilando entre fases alegres e "deprês", otimismo e pessimismo, vontade de viver e exatamente o oposto... vejo muita inspiração no nome deste filme. Algo que nos leva a buscar dias melhores, apesar de tudo. 
Nem todos os nossos tempos são felizes, mas sempre há algo que podemos fazer para tentar melhorar as coisas. É preciso extrair de si mesmo o combustível da complicada maquininha de fazer felicidade. Né?